Em Pedra Lavrada-PB, ex-prefeito Jarbas afirma que denúncia de Tota sobre contratos não é verdadeira

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Nesta quinta-feira (21), o ex-prefeito de Pedra Lavrada, Seridó paraibano, Jarbas Melo, usou as redes sociais para esclarecer a denúncia do atual prefeito Tota Guedes (DEM), afirmando que o seu município ia deixar de receber cerca de 2,1 milhões de reais, em razão de Jarbas não ter assinado dois contratos oriundos de Emendas Parlamentar do deputado Efraim Morais (DEM).

Em sua justificativa, Jarbas afirma que assinou o encaminhamento da proposta (convênio), inclusive na presença de Tota e outros amigos no final de dezembro, ato esse registrado em vídeo gravado por ele próprio, entretanto não podia assinar neste mês de janeiro os contratos, pois não é mais prefeito.

Jarbas rechaçou as acusações de troca de celular e estar se escondendo, segundo ele, os equipamentos que usava era da prefeitura e teve que devolver, quanto ao seu dia a dia, afirma que se encontra na sua comunidade rural de Cumarus trabalhando inclusive como pedreiro. Por fim desejou sucesso a atual administração e que se encontra a inteira disposição para esclarecer a verdade dos fatos, vez que os primeiros dias do prefeito Tota tem sido de retaliações, perseguições e descumprimento das promessas de campanha, finalizou Jarbas.

Entenda o Caso

Nesta quarta-feira (20), o prefeito de Pedra Lavrada, Seridó paraibano Tota Guedes, usou sua rede social para denunciar o ex-prefeito do município Jarbas Melo de se omitir a assinar dois contratos oriundos de Emendas Parlamentar do deputado Efraim Filho (DEM), cujo valor soma R$ 2,1 milhões.

Segundo Tota, as duas Emendas seriam destinadas a construção do novo Mercado Público (1,6 milhões) e recuperação do Estádio de Futebol “Afonso Cordeiro Agra” (500 mil), entretanto como foram recursos orçamentários da união aprovados em dezembro de 2020, precisava, portanto da assinatura nos contratos do ex-prefeito Jarbas.

Tota afirmou que existia um compromisso de Jarbas com a população em assinar os contratos em tela, fato que apesar dos inúmeros apelos não aconteceu até esta terça-feira (19), último dia estabelecido pela Caixa Econômica Federal.

A omissão do ex-prefeito Jarbas, foi vista por seus conterrâneos como falta de espírito público, retaliação e vingança a atual administração, prejudicando diretamente a população da terra do minério.

Portal do Curimataú